segunda-feira, 24 de maio de 2010

Julie and Julia

poster-julie_and_julia_ver2-794203 Filme: Julie e Julia (Julie and Julia)
Nota: 7,5
Elenco: Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci e Jane Lynch
Direção: Nora Ephron
Ano: 2009

 

 

 

 

 

Depois de ter assistido ao Globo de Ouro e ao Oscar me deu vontade de assistir a algum filme da Meryl Streep. Como esse filme falava de comida, me interessei e baixei.

Nessa semana, fazendo uma limpa no meu HD, me deparei com esse arquivo e resolvi dar uma chance. No final, acabou sendo uma surpresa agradável.

O filme conta duas histórias paralelas. Julia (Streep), uma esposa de um homem que viaja muito com o seu trabalho pelo governo e acaba se instalando por um tempo em Paris. Apaixonada por culinária, Julia começa um curso por hobby e este acaba fazendo dela uma das culinaristas mais famosas do mundo, lançando um livro de cozinha francesa para mulheres americanas. Sua história fica concentrada nos anos 60.

Já nos tempos atuais (2002) temos Julie (Amy), uma escritora frustrada nos seus trinta anos, que se depara com a sua falência quando encontra com suas amigas, todas bem sucedidas. Decide também, por hobby, inspirada em um livro de receita de Julia, fazer todas as receitas de tal curso em um ano. Para isso, criou um blog e diariamente comentava as receitas.

Todas as implicações que o blog vai causar e todo o processo de entrada de Julia na culinária são o enredo do filme.

Tenho que destacar a onipresente Jane Lynch, que obviamente participa (ela participa de tudo) e chovo no molhado em dizer que ela arrasou como a irmã compridona da Julia.

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A atuação da Meryl Streep é sempre impecável, dessa vez como essa bonachona e espevitada mulher dos anos 60.

É um filme bem bobinho, sem muita emoção. Acho que as mulheres gostariam mais dele. Mas acho irônico um filme que trata de culinária ser tão sem sal.

Porém, de todo modo, recomendo.

FDL

domingo, 23 de maio de 2010

Season Finale: Bones 5ª Temporada

poster-bones5a Essa série é impagável. Assisti nesse fim de semana ao último episódio da temporada e precisei vir fazer comentários sobre a 5ª Temporada de Bones.

Primeiramente, preciso ressaltar que Bones é inimitável e tem muita identidade. Nada será parecido. Talvez seja por isso que nunca fica cansativo e nunca fica previsível.

A última temporada acabou com um gancho péssimo, eu lembro de ter comentado aqui.

Essa não. Depois de uma temporada impecável, não poderia ter terminado de maneira melhor: deixando a gente bem ansíoso para a volta da série em setembro.

Mas eu tenho que destacar o episódio de número 100. Antes, poucos possuem competência para chegar a tanto. Bones chegou. Além disso, o episódio contou como a Brennan e o Booth se conheceram e ainda trouxeram uma informação que jamais alguém suspeitaria. O episódio foi fantástico.

Também destaco a cena de declaração do Booth à Bones. Foi muito interessante como foi conduzida.

Não pior foi o episódio agora no finalzinho da temporada da grande inimiga dos squints. A assassina Digger. Foi excelente a ação do episódio, fazendo a gente pular do sofá. Ainda mais pra mim, já que foi um episódio inteiro em um júri.

A season finale foi perfeita. Emocionante, diferente, bizarra e deixou um final bem cheio de suspense, como toda série deveria fazer.

Mais uma vez eu digo que Bones foi a melhor série do ano. No ano passado teve empate. Nesse ano, não sei ainda. Tem gente pesada ainda terminando.

Tô deixando suspense também.

FDL

Alice in Wonderland

alice_in_wonderland_poster Filme: Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)
Nota: 8
Elenco: Johnny Depp, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter e Anne Hathaway
Direção: Tim Burton
Ano: 2010

 

 

 

 

Voltei a comentar os filmes. Assisti a vários nesse período de um ano que não comentei. Mas com o tempo, quem sabe comento o que acho que faltou?

Esse foi o primeiro filme que vi em um cinema 3D, e confesso que encanta, um tipo de tecnologia realmente impressionante.

Quanto ao filme, esperei por ele há muito tempo, acompanho sempre as notícias. Eu sempre fui fã da história da Alice e achei que somando os prós e os contras, vale muito a pena.

N ão gostei de ter aparecido pouco o Dodô, meu personagem preferido. Também preferia que tivessem feito uma história original. Não sou muito fã dessas sequências bizarras.

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Mas saiu melhor do que poderia. Alguém já assistiu aquele filme terrível que era a história do Peter Pan, com o Dustin Hoffman, a Julia Roberts e o Robin Williams? Nossa, aquilo é triste.

A atriz escolhida para ser a Alice esteve perfeita. Ela é muito talentosa, já havia provado isso em In Treatment.

Também adorei os efeitos nos gêmeos Tweedie e na Rainha Vermelha.

Aliás, de visual o filme esteve impecável, parabéns ao Tim Burton por criar tudo isso.

Quanto à performance do Johhny Depp, impecável, como era de ser esperar com certeza.

Não duvido em dizer que se trata de mais um clássico dos cinemas.

Recomendo.

FDL

sábado, 22 de maio de 2010

Series Finale: Romantically Challenged – 1ª Temporada

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Essa durou pouco mesmo. Apenas 4 episódios. Também, pudera, não fez nada certo.

A série já começou forçando colocando aquelas risadas de fundo quando as cenas não eram engraçadas. Foi o primeiro erro, porque a gente sente a vontade desesperada de forçarem a gente a rir. E quando a gente pensa nisso, percebe que a tentativa foi feita só porque não era nada engraçada a cena mesmo.

Não tenho nada contra as risadas, nem poderia, um fã de Chaves não despreza as tradicionais risadas de fundo. Mas, quando a gente percebe a distência entre o recurso e o motivo, fica clara a incompetência.

Mas a série não era ruim. O elenco era muito bom, talvez a protagonista, Alyssa Milano seja a mais fraca. O que ferrou mesmo foi o texto.

O episódio 4 ainda teve um nível um pouco melhor até. Mas com um enredo muito comum, a série deveria ter algo de diferente a seu favor pra deixar a sua marca. Infelizmente não teve. Realmente acho uma pena, porque as comédias estão precisando de um impulso.

Fica a tentativa frustrada de aprendizado pra ABC, será? Pelos promos das próximas séries duvido um pouco. Mas fica aí o registro de Romantically Challenged.

FDL

Season Finale: Gossip Girl – 3ª Temporada

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Acabou a 3ª Temporada de Gossip Girl, essa série cheia de altos e baixos.

Quanto ao conteúdo, continuo sem discutir, atinge altos graus de futilidade. Mas a futilidade pode ser atraente se acompanhada de algo interessante. No caso de Gossip Girl é esse mundinho criado, cheio de pessoas más, traições, luxo e beleza.

Não sei por quê, mas mesmo com a série ruim, me dá vontade de continuar vendo.

Nessa temporada eu quase desisti, porque eu cansei um pouco. A história está muito desgastada e os personagens começaram a fazer coisas indesculpavelmente inverossímeis só pra que a trama prosseguisse. Isso aí já é insultante.

No entando no final da temporada a série melhorou de novo e os episódios finais foram realmente empolgantes. As frases são impedíveis. Principalmente a Georgina no season finale falando que a Rússia é terrível porque faz frio, as pessoas são perigosas e quase não há jeans de grife. Acho que foi isso que ela falou.

Falando nela, é uma excelente personagem, devia continuar na série como fixa. Aliás, a série esteve boa enquanto ela participou. Podiam eliminar a chata da Jenny também.

Mas o destaque mesmo é a Blair. Excelente atriz e um personagem muito bem construido. É de fazer inveja em produções pretensiosas.

Não sei como será o meu tempo na próxima temporada. Mas se a guilhotina correr, Gossip Girl tá na lista.

FDL

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Season Finale: Desperate Housewives – 6ª Temporada

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Acabou a 6ª Temporada de Desperate Housewives e eu assisti. Pra ser sincero, já esteve melhor a série. Várias coisas nessa temporada não deram certo, senão vejamos:

A Eddie fez muita falta nessa temporada, ficou mais que provado que ela era um personagem essencial.

Eu gostei da participação da Drea de Matteo como a Angie Bolen, mas o povo não gostou e ela foi tirada.

Fazendo um balanço, as histórias das personagens não evoluiram muito. Talvez a Susan, e olhe lá.

A Katherine, coitada,  o que fizeram com ela? Primeiro ela fica doida… a gente fica achando que ela saiu da série. Se arrependeram e ela volta. Esquisita, mas aparentemente curada. E não é que a mulher do nada vira lésbica? Ainda mais pra empregar a atriz teste que fará uma série na nova fall da ABC. Mas aí, a atriz ganhou uma série, a Dana Delany (a Katherine) também ganhou uma e puf… somem as duas indo pra Paris juntas. Ficou confuso e sem sentido. Não é assim que as coisas devem ser. O pior é que seriam duas personagens que poderiam ser bem mais desenvolvidas. Mas ficar usando o povo em DH para teste de outras séries fica feio Castle também foi assim. Agora No Ordinary Family e Body of Proof também?

Outra coisa que sempre foi a cara de DH é a season finale. Sempre são episódios impressionantes e cheios de clímax, com revelação de segredos. Dessa vez não foi isso.

Confesso que fiquei muito empolgado com a cena da Angie e a bomba, mas foi só.

Suspeito que com a volta de Paul e os ganchos deixados, DH não dure muito não. É o peso de a série passar a ter história. Além disso, a gente fica mais exiggente, né? Fica esperando mais.

Mas ainda a série reune um dos melhores elencos da televisão e a forma como o humor-negro é contada é inimitável. Milhares de pontos ainda por isso. Porque não cansa, dá vontade de ver.

Series Finale: The New Adventures of Old Christine

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Eu sei, é triste, mas fim de linha para a Old Christine. Há quem diga que já vai tarde e há quem diga que durou muito (5 temporadas de audiência mediana). Mas o que importa é ter sido excelente enquanto durou, sem dúvida.

Eu fiquei chateado com esse cancelamento porque eu tenho um carinho especial por essa série. Além de ter sido meu começo no mundo legender, eu comecei muito bem com ela e digo que aprendi muito com essa série.

Fora isso, todo mundo perde com a ausência na televisão de uma pessoa com o talento da Julia Louys-Dreyfus (acho que escrevi errado, mas tanto faz). Ela foi uma personagem exagerada, eufórica, inconveniente e sem o mínimo semancol, o que se tornou perfeito, pois até pra ser exagerado você tem que ter o ponto certo (sim, estou falando de Cougar Town, mas isso é post do futuro).

Não para por aí. A Wanda Sykes, a “black friend” da Christine também esteve genial, fazendo com que eu risse muito com o jeito mau-humorado dela.

As loiras malvadas, os namorados da Christine, enfim, tudo fará falta.

Na temporada passada a minha chateação foi com o cancelamento de Without a Trace. Nessa foi com The New Adventures of Old Christine, que nem teve um finale à altura, uma pena. CBS perdeu de novo com isso… mas não se trata de qualidade e sim de números, que nem sempre caminham lado a lado.

Há rumores de que a série pode ser salva, mas eu realmente duvido, embora fique na torcida, né?

FDL

domingo, 2 de maio de 2010

Season Finale: Damages – 3ª Temporada

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Falar de Damages aqui sem chover no molhado é realmente difícil.

Eu sempre dou mais atenção aos dramas jurídicos, por razões óbvias, mas Damages já chama atenção desde o início pelo elenco, encabeçado pela monstra Glenn Close.

Mas aqui eu vou falar só sobre a 3ª Temporada de Damages mesmo, já que eu fiz posts relacionados às outras.

A temporada realmente foi mais fraca. Ainda está longe de ser algo que chamemos de ruim. Mas diminuiu mesmo o ritmo.

Agora o assunto era a família Tobin, que se envolveu inteira em uma fraude milionária, cujas vítimas foram representadas, claro, por Patty Hewes.

A família Tobin que foi o problema, principalmente pelo chatíssimo Joe Tobin, que tinha aquela cara de cu em todo episódio. Mas a Glenn Close continuou humilhando e as cenas continuaram bem feitas e cheias de significados que não precisam ser esfregados na nossa cara.

É o trunfo de Damages, não é pretensiosa, mas não insulta a nossa inteligência.

Eu preciso comentar aqui a volta do Frobisher. No final da temporada ele voltou para atar as pontas da sua história. A cena em que a Patty Hewes fala sobre ele para um ator e uma produtora de cinema foi demais, eu quase pulei da cadeira. Isso é uma aula que muita gente consagrada tem que aprender.

Existe também o risco de cancelamento. Parece que se trata de iminência. Será que uma série com essa bagagem não suporta a uma temporada que não superou as outras? Parece que não, a televisão americana não perdoa. Tanto por isso que como eu já disse, as pontas foram atadas e as histórias pendentes foram terminadas. Mais um exemplo de que por aqui, temos exceção à regra.

Torço de verdade para que no ano que vem eu escreva mais um post sobre Damages. Mas se não escrever, já ficou para a história como uma senhora série, literalmente.

FDL

Season Finale: The Sarah Silverman Program – 3ª Temporada

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Nesta semana acabei de acompanhar a terceira temporada da série The Sarah Silverman Program e achei essencial vir aqui fazer uns comentários.

A série se superou e se manteve muito bem, mesmo com os cortes de orçamento e a pressão do risco de cancelamento.

Para quem não sabe, nessa série a atriz Sarah Silverman interpreta uma personagem com o mesmo nome que o seu (aliás, acontece com todos os personagens). Trata-se de uma mulher com atitudes infantis, egoístas, absurdas e acaba sendo tratada pelos outros como um ser diferente, um “café-com-leite”.

A cada semana a gente repara que o assunto do episódio se refere a algum tabu. Sempre é assim. Com isso, as reações e os pensamentos da Sarah refletem o comportamento de muitos norte-americanos, e ela ironiza muito essas pessoas repetindo frases preconceituosas muito comuns, como: “não vou dar dinheiro ao mendigo para não comprar drogas”, “todo negro acha que é mais difícil ser negro” ou “aborto mata bebês” e por aí vai.

A série segue uma linha completamente sem nexo e ainda tem formato musical, com algumas canções ridículas e engraçadas que o elenco canta, geralmente a Sarah mesmo. Por exemplo, no episódio em que ela virou lésbica, virou uma cantora com estilo country e fez uma música toda apaixonada pela policial por quem tinha se apaixonado.

Não sei se em uma série no nível máximo do politicamente incorreto nós temos escondida uma pessoa conservadora, mas de fato é preciso muita coragem pra tratar de tabus como ela faz. Além de tudo ela é uma excelente atriz, muito engraçada.

Nessa temporada a Sarah já foi hemafrodita, apresentadora infantil, já protestou em um tribunal sobre a fragilidade do pescoço humano, já se infiltrou na política local, teve amigos imaginários, foi deficiente mental, utilizou drogas para gostar de música ruim, foi uma cega contadora de histórias, dirigiu uma van que não era de pedófilos, porém acabou virando uma do mesmo jeito e, por fim, acreditou que o Holocausto não existiu e que os judeus são conhecidos pelo nariz gigante.

É do tipo amo ou odeio. Tem gente que acha que com determinados assuntos não se mexe, principalmente não se faz piada. Já eu acho que o humor é uma forma muito útil de se conscientizar, principalmente quando é humor inteligente, que leva a refletir. The Sarah Silverman Program continua, na minha opinião sendo uma das melhores comédias no ar e continuo torcendo muito para que permaneça no ar, para a Sarah perseguir mais minorias ou assuntos polêmicos.

31/05/2010: De fato a 3ª Temporada de The Sarah Silverman Program foi a última. Uma pena.

FDL

sábado, 24 de abril de 2010

Season Finale: Accidentally on Purpose – 1ª Temporada

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Ontem eu assisti ao Season Finale da série Accidentally on Purpose. Acho que estou no clima de fazer comentários sobre essa série.

Foram 18 episódios da série que é exibida nos EUA pela CBS e no Brasil pela Sony. Os índices de audiência foram medianos, portanto não sabemos se esse será meu último post sobre a série.

Trata-se de uma comédia romântica, de meia hora com aquelas irritantes risadas de fundo, mas com cenas de trapalhadas que fazem a gente se divertir no final do dia quando no mundo real não aparecem tantos motivos assim para rir (muito depressivo?).

Mas há um fundo de verdade nisso. Eu realmente desconfio de quem não gosta de comédias, porque, pelo amor de mim mesmo, todo mundo tem que rir!

Nessa série, temos a crítica de cinema Billie, mulher bem sucedida que vive uma vida de solteira típica das cidades, com sua irmã certinha-compulsiva e com a sua colega escocesa com problemas de ética. Porém, acidentalmente ela conhece um carinha bem mais novo que ela e acaba engravidando logo no primeiro encontro. A série avança nessa relação dela ser rica, sossegada e mais velha e ele ser pobre, e jovem, com amigos realmente na mesma situação quw ele.

A partir daí o enredo se desenvolve, com piadas mais no estilo pastelão e com esse choque de fases da vida e de estilos também que o novo casal vai enfrentar.

Os pontos positivos dessa série estão no elenco. A Jenna Elfman está muito bem no papel da exagerada e desastrada Billie, a atriz britânica que saiu de Ugly Betty também está muito bem.

Os pontos negativos estão no fato de que não se trata de um show muito relevante. Algumas cenas são exageradas. Mas não acho que isso comprometa o todo.

Durante a temporada eu gostei muito do episódio em que a Billie luta ao reconhecer para os pais que está grávida e num relacionamento com o Zack e inventa um monte de mentiras e vira uma puta zona.

Espero que continue sim, porque foi uma boa temporada.

Até mais.

FDL

31/05/2010 – Foi cancelada, já era.