Como se eu já não assistisse a um número suficiente de reality shows, ainda me aparece mais um de culinária. Esse meu irmão me indicou, que estava sendo exibido pela Netflix e eu nem sabia.
A competição é mundial, em vários sentidos. Disputada por duplas, de diferentes nacionalidades, a cada semana uma é eliminada. O mais legal é que a cada episódio eles cozinham a comida típica de um país selecionado e são julgados por nomes famosos tanto da gastronomia quanto da cultura em geral do local escolhido.
Houve brasileiros, que foram bem longe na competição e também houve um episódio em que o Brasil foi escolhido como tema.
Gostei bastante da série e acabei vendo tudo de uma vez, porque é bem interessante.
Foi o ano dos realities de gastronomia. Acabei juntando tudo num post só, porque acabei me empolgando nesse ano.
Masterchef Brasil – 2ª Temporada
Depois do sucesso de Masterchef no ano passado, a Band caprichou na segunda temporada. Voltaram os mesmos jurados e uma produção ainda melhor, com participantes bem mais talentosos.
A vencedora foi a Isabel, embora eu torcesse pelo Raul. O destaque da temporada foi a chinesa Jiang, que errava no português e tinha uma personalidade alegre.
Os vilões foram Fernando, o estressadinho e Aritana, a participante que faz média. Tinha o colérico Cristiano também, que só sabia ter inimigos, mas aprender se situar e falar a palavra “cozinha” ficou mais complicado.
Masterchef US – 6ª Temporada
Com toda essa empolgação de Masterchef, acabei vendo o torrent da versão americana e resolvi baixar. Não me arrependi de jeito nenhum.
O destaque é o jurado Gordon Ramsey, em versão mais light.
O programa é todo editadinho e bem mais curto e dinâmico que a versão brasileira. Os pratos parecem ser mil vezes melhores.
A vencedora foi a mexicana Claudia, mas vários participantes também eram interessantes, como a caipira Katrina, a bichinha louca performática Tommy e outros.
Masterchef Brasil Junior – 1ª Temporada
Agora no final do ano a Band trouxe a versão de crianças cozinheiras. Já tinha visto algumas coisas das versões estrangeiras pela tv a cabo. Eu sei que existem crianças fodas na cozinha no mundo.
No Brasil fiquei surpreso porque as crianças brasileiras demonstraram ser mais maduras, controladas, solidárias e talentosas que os adultos.
O vencedor foi Lorenzo, mas eu preferia a Sofia ou a Ivana.
A própria Ivana ganhou as redes sociais, tal qual a participante Aisha.
Gostei muito e se tiver outra edição kids eu vou assistir.
Agora, somente um adendo final: na semana do natal, a Band fez um especial do programa. Chamaram de desafio das temporadas, no qual alguns participantes da primeira temporada competiram contra alguns da segunda.
O propósito da partida era ganhar mais dinheiro com a audiência doar para caridade (aham) e descobrir quem mandava mesmo e pronto.
Quem tinha saudades dos chefs educados na estribaria, eles voltaram. Coitado do Mohamad.
O negócio foi que isso me rendeu uma das maiores situações de vergonha alheia que eu passei na vida. O participante Lucas da segunda temporada tinha conquistado a chef Paola. Ela lhe ofereceu um estágio no restaurante dela no dia da eliminação dele.
O problema é que o carinha não foi lá e não deu satisfação. Pior ainda, foi trabalhar com outra cozinheira concorrente. Imaginem o que ela falou para ele nesse reencontro. Fica aqui esse momento lindo:
Sempre gostei de realities sobre culinária, mas acompanhei poucos, apenas uma ou outra temporada de Top Chef, mas sem grandes compromissos.
Mas o ano de 2014 foi muito marcado na televisão a cabo por esses programas, seja pelo boom do Cake Boss, seja pela falta de opções na tv aberta.
A Band comprou o formato e me interessei. Foi o programa de tv que reunia a família para assistir. Todo mundo se achando o dono da cozinha, dando palpites sobre a escolha dos pratos, sobre a personalidade dos competidores e falando que a comida tava ruim (mesmo sem poder provar pela tv).
O destaque pelo sucesso do Masterchef no Brasil certamente foi a escolha dos jurados: Henrique Fogaça, Erick Jacquin e Paola Carosella. Foram duros, mas também sabiam ensinar e serem carinhosos quando necessário.
Ana Paula Padrão não tinha função ali, sobretudo dando aqueles gritos e criando aquelas falsas preocupações. Ela irritava.
Os participantes talvez tenham sido amadores demais. Jamais vou me esquecer do arroz cremoso, do bife à milanesa ou do ovo recheado sabor pizza.
Só que quando os pratos era bons ficava impossível assistir àquilo sem ter fome. A semana de comida japonesa foi complicada.
No final, acabou sendo um dos grandes programas do ano na televisão e aguardo ansiosamente pelo retorno.
Tortilha é de milho ou trigo. De milho, dobrada, é taco, enquanto de trigo é um burrito. Burrito frito é chimichanga. Tortilha assada é tostada. Enrolada é enchilada.
Pela epígrafe já dá pra ver que o filme valeu. Estou praticamente um expert em comidas mexicanas.
O filme é um clássico cult em pouco tempo, tanto pela trilha sonora quanto pelo estilo, de romance intelectual, como já houve uns nos últimos anos.
Sinopse do Adoro Cinema:
“Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgess) se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto que Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.”
A história acaba sendo muito interessante, pois mostra a evolução da vida dos dois personagens e a relutância que eles possuem em aceitar que se amam.
Além de tudo, o filme é muito triste, tenho certeza que muita gente chorou no final.
Vale pelas excelentes atuações e pela lição de vida, de que nada dura pra sempre e que não podemos ter alguém ou um sentimento como garantidos.
Recomendo bastante. Só não recomendo tentar assistir pelo Telecine Play, igual a mim, porque só consegui um sinal que não fosse intermitente na terceira tentativa. Odeio o Telecine Play.
Por circunstâncias imperdoáveis só vi esse filme agora. Talvez esse momento de descrença no cinema fosse perfeito para eu ver que nem tudo está perdido. Existe Woody Allen.
Conta a história de dois irmãos que se envolvem numa história de ambição, crime e culpa.
O enredo é completamente simples, mas como ele evolui nos deixa de um jeito que é inexplicável.
O suspense que deixa o expectador nervoso e ansioso são clássicos do Woody Allen nesse tipo de produção. Aqui eu já tava passando mal com o desenvolver da história.
A atuação do Ewan McGregor estava impecável, como sempre. Ele é um ator consolidado e disso ninguém duvida.
O Colin Farrell já é outro papo. A capacidade dele como ator vive sendo questionada por conta de algumas escolhas que ele já fez e por conta de escândalos em que se envolveu.
Eu sempre o achei um excelente ator. Em Por Um Fio ele deu um show.
Em O Sonho de Cassandra Collin Farrell foi o destaque. Ele fazia a gente sentir aquele drama de culpa pelo qual ele passava são poucos que ainda são capazes de fazer isso.
Como em todo filme do Woody Allen, cada fala, frase feita, diálogo entre os personagens, está uma aula sobre a vida. A filosofia niilista claro que está aqui e fica revelada num final trágico e genial, como não poderia ter sido diferente.
Eis Woody Allen, gênio na comédia e gênio no suspense.
Eu demorei pra postar sobre esse filme, porque, sendo bem sincero, precisava estar inspirado para escrever algo à altura. Mas isso vai ser impossível, então vai o que estava em mente mesmo.
Depois de muitos anos da última versão, saiu a derradeira. Estava muito esperada e eu me surpreendi no cinema ao ver mais adultos que crianças. Isso é o marco que o filme Toy Story deixou na vida de tantas pessoas.
No meio dos anos 90, no auge do video cassete, quando nós comprávamos fitas no Carrefour, a maior parte das crianças assistiu a Toy Story milhões de vezes, chegando a decorar falas. (eu sou um desses)
Por isso, logo no começo desse filme, quando a música “Amigo Estou Aqui” começa a tocar mostrando melhores momentos dos brinquedos com o Andy, o flashback passou na cabeça de todo mundo que estava no cinema.
E, claro, não pára por aí. A proposta do filme final é a de encerrar a história dos brinquedos e de seu dono. Mas como fazer isso sem ser uma despedida triste? Teria que ser. Além disso, todas as histórias de Toy Story são extremamente tristes, cheias de lições sobre a vida, que são excelentes para as crianças.
O terceiro aproveitou bem a tecnologia 3D (eu lá com os meus óculos, comendo pipoca e geleinha yummi), e o filme evoluiu de uma forma deliciosa, como poucos fazem atualmente.
A personagem Barbie e o Ken roubaram a cena, ela com algum tipo de “girl power” e ele mostrando o metrossexual moderno, que chega a encher o saco até das patricinhas. Os vilões também são ótimos.
Faltou uma explicação melhor sobre a boneca Betty, ficou com cara de continuação esse sumiço sem sentido.
A grande sacada foi a menininha-fofa-tímida-de-perna-grossa Bonnie, que sabe cuidar dos brinquedos e sabe usar a imaginação criando um mundo só pra ela e para os bonecos.
Na cena final, muita gente no cinema chorou (minha mãe se acabou de chorar) e para muitos esse filme foi uma despedida total da infância. Pra mim, foi lembrar de um tempo que já acabou há muito tempo, mas que sempre dá uma saudadezinha.
O Andy dá os brinquedos para a fofa Bonnie. E é assim que a gente se sente também quando vê as crianças do cinema rindo com as cenas, achando o Buzz “muito louco”, torcendo pro “Woody”.
Ele fala para a menininha: “Cuida bem dele. Ele é muito importante pra mim”. E assim a nossa geração faz com esse filme, ao passar para as novas crianças.
A Disney-Pixar está de parabéns, trouxe uma continuação de um clássico com extrema competência e sensibilidade, o que é raro e louvável. A fase deles é boa, porque no ano passado o “UP, Altas Aventuras” emocionou e encantou muita gente.
Estou de volta depois de uma viagem curta, porém muito boa. Fomos para Águas de Lindóia e nos divertimos muito, um bando de bobos. Vimos patos, não andamos de pedalinho, demos uma voltinha no shopping, comemos fondue, jogamos guitar hero hackeado, comemos egle sponge, passamos pano com veja, não compramos pão italiano, tivemos problemas com fechaduras, jogamos o joguinho dos mundos sa disney e só chegamos na fase da alice, assistimos a friends com defeito, famos mirella, vanessa, fabiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaana, assistimos aladdin dublando as vozes, almoçamos no coma o quanto aguentar, comemos doces de compota, não lemos nenhum livro, tiramos foto em permutação, voltamos pelo caminho mais longo, comemos pizza hut com a tê, donuts, lords e nos preparamos para o fim das férias. É sempre legal viajar com os amigos. FDL
Em homenagem à ilustre visita do príncipe japonês ao Brasil (teve que ir na melhor faculdade de direito do Brasil, né?) me deu vontade de comer sushi e eu fui na Liberdade comprar as coisas.
Mas a balinha japonesa não pode faltar! Gruda no dente!! Tem bala melhor do que as grudentas??
Tava bom!!! Ontem eu comi demais. Pizza Hut é incomparável. Esse também. E depois me perguntam porque o Center Norte é o melhor shopping de São Paulo...
O frio é chato. Mas hoje tá gostoso o fato de que ele faz eu me aconchegar. A mistura seriados, pipoca, chocolate-quente e Violet Hill está muito boa, até me tira um pouco do ânimo de sair pro barzinho. Tenho a primeira oportunidade de falar da música nova do Coldplay, Violet Hill. É muito boa, é o prelúdio do que eu acho que vai ser um grande álbum.
Claro que o Starbucks de ontem foi muito bom, aqueles sofazinhos me deram vontade de voltar do trabalho e ir direto pra lá (igual Friends no Central Perk). E a Sarah Silverman continua bombando tanto em música quanto em série.
Também queria lamentar que a Brooke White foi eliminada do American Idol, ela era muito boa - agora eu só torço pelo Json Castro. Depois de ver a apresentação talvez eu comente.
Was a long and dark December From the rooftops i remember There was snow White snow
Clearly i remember From the windows they were watching While we froze down below
When the future's architectured By a carnival of idiots on show You'd better lie low
If you love me Won't you let me know?
Was a long and dark December When the banks became cathedrals And the fog Became God
Priests clutched onto bibles And went out to fit their rifles And the cross was held aloft Bury me in honor When i'm dead and hit the ground A love back home unfolds
If you love me Won't you let me know?
I don't want to be a soldier With the captain of some sinking ship With snow, far below
So if you love me Why'd you let me go?
I took my love down to violet hill There we sat in snow All that time she was silent still
So if you love me Won't you let me know?
If you love me, Won't you let me know?
___________________________________________________________________ Esta letra foi retirada do site Letras.mus.br
Enfim, voltei. Adorei minha viagem, foi muito relaxante... camarão, peixe, caipirinha, provolone à milanesa, batida, piscina e muito papo...
Mas a vida continua e as férias se encaminham ao fim, com planos que eu espero não frustrar.
Ontem eu tava com vontade de cozinhar, queria fazer lasanha(que ficou muito boa), por isso fui ao mercado comprar alguns igredientes que eu não tinha. Quando cheguei lá vi uma "oferta relâmpago" (relâmpago mesmo, porque o povo correu pra pegar) do iogurte activia por 1 real o pacote com 4. Eu pensei: boa hora pra experimentar. Comrprei o de nozes. MEU DEUS QUE TRECO BOM!!! Quem não experimentou ainda, faça isso... porque além de tudo te ajuda a cagar! Embora eu não precise disso, pois meu intestino vai bem, obrigado. Quando começo o papo escatológico significa que já é hora de sair.
Vou ao cinema hoje... depois comento mais coisas legais, isso se a internet não cair de novo.
Ontem, aproveitando o feriadaço, Phoebe, Tenille e eu começamos a nossa maratona da melhor série do mundo. A primeira temporada é demais!!! E fazendo tlec tlec tlec tlec tlec em todas as vezes que a abertura passou. Além disso, foi divertido ir ao Carrefour de Fusca. Eu fiz um hamburguer, que ficou do caralho!! Muito bom mesmo!! Apesar do cheiro de bacon que ficou em casa depois e eu tratei de corrigir. Hoje continuamos, se o DVD ruim permitir, com a adesão de Val, que volta pra Sampa. Agora, durante a tarde, preparo para as provas finais!!!
Confirmo o que li no blog da Ludimila. Hoje foi muito legal. Além de comer um lanche delicioso (almôndegas do Subway), conversamos muito sobre uma infinidade de assuntos.
Queria lembrar que meu stress diminuiu muito porque eu acho que fui bem na prova de Direito Constitucional e é bom sentir que eu sei de alguma coisa. A apresentação de civil foi boa também, apesar da sala estar vazia e quase ninguém participar, pois estavam estudando para prova. Mas eu estudei bastante e correu tudo bem.
Mas para a semana que vem eu já tenho trabalho de IED e prova de Economia, matérias que vão me dar um pouquinho de trabalho porque junto com TGE são as que eu menos gosto no curso, apesar de reconhecer a importância delas.
Coloco a foto do livro de Direito Constitucional, que foi lançado pelo meu professor de IED, o mestre Tércio Sampaio Ferraz Jr. nesse ano, vou comprá-lo em breve, deve ser sensacional.
Quero comprar aquele jogo de julgamento que a gente viu hoje na hi happy!! Mas com quem eu vou poder jogar? Ía precisar de muita gente disponível e com saco pra jogar um negócio desse. Mas eu quero muito!!! E nesse sábado eu pego a pretensão de Imagem & Ação.
Acho que decidi pela Folha mesmo. Parece mais agradável.
Vou ver se consigo ler a matéria da Veja sobre o "Che" e venho depois postar a minha opinião.
E vamos ao sucão!! Quero suco de clorofila (não, não vou fazer fotossíntese!).